Informação e acolhimento para você compreender cada etapa da FIV.
Dr. José Vitor Zanardi · CRM-SP 130.097 · RQE 38.308

Essas situações podem levar à indicação de FIV. Uma conversa sobre sua história, idade e saúde ajuda a entender se esse tratamento faz sentido para você.
Suas trompas estão obstruídas ou foram retiradas?
Há alterações importantes nos espermatozoides?
Outros tratamentos indicados não levaram à gravidez?
Você pode esclarecer suas dúvidas e conhecer as possibilidades antes de decidir, com apoio para construir um plano que respeite sua saúde e suas escolhas.

A fertilização in vitro (FIV) é um tratamento em que óvulos e espermatozoides são utilizados no laboratório para formar embriões. Na FIV clássica, eles são colocados juntos, permitindo que um espermatozoide penetre o óvulo. Na ICSI, sigla para injeção intracitoplasmática de espermatozoide, um espermatozoide é introduzido diretamente em cada óvulo maduro. A escolha considera as características do sêmen, dos óvulos e o histórico de fecundação. Depois, os embriões são acompanhados no laboratório e podem ser transferidos ao útero ou congelados para uso posterior, conforme a indicação e a Resolução CFM nº 2.320/2022. Nem todo óvulo origina um embrião, e nem toda transferência resulta em gestação; a ICSI também não garante gravidez. Você recebe explicações sobre essas possibilidades e pode esclarecer suas dúvidas ao longo do tratamento.
Planejamento individualizado
Na consulta, online ou presencial em Ribeirão Preto, você compartilha sua história, dúvidas e expectativas com o Dr. José Vitor Zanardi, CRM-SP 130.097, RQE 38.308 (Ginecologia) e RQE 38.308-1 (Reprodução Humana). O planejamento considera sua idade, a causa da infertilidade, a reserva ovariana, a saúde do homem e os tratamentos anteriores, além de endometriose ou miomas. Você conversa sobre medicamentos, acompanhamento, riscos e a possibilidade de congelar embriões. Os procedimentos são realizados na Semear Fertilidade. Cada etapa é explicada para que você participe das decisões; o calendário acompanha sua resposta ao tratamento e suas condições de saúde.



Entenda como a FIV acontece, passo a passo

Você recebe orientações para usar os medicamentos que estimulam o crescimento dos folículos, estruturas dos ovários que podem conter óvulos. Ultrassons e, quando necessário, exames de sangue acompanham essa resposta. Os resultados ajudam a ajustar o tratamento e definir o momento de preparar a coleta.

Antes da coleta, você recebe orientações de preparo e pode conversar sobre suas dúvidas. O procedimento costuma ser feito pela vagina, guiado por ultrassom, com sedação e acompanhamento anestésico. O líquido dos folículos é aspirado para buscar os óvulos no laboratório; nem todo folículo fornece um óvulo.

No laboratório, os óvulos são avaliados para a FIV clássica ou a ICSI, conforme o planejamento. A equipe acompanha a fecundação e o desenvolvimento dos embriões nos dias seguintes. Você recebe informações sobre a evolução e pode conversar sobre os próximos passos, inclusive se não houver embriões para transferir.

Você conversa com o médico sobre o momento da transferência, que coloca o embrião no útero por um cateter fino. Ela pode ocorrer no ciclo da coleta ou após congelamento, conforme sua saúde e o planejamento. Os embriões excedentes viáveis devem ser congelados, de acordo com a Resolução CFM nº 2.320/2022. A equipe explica os cuidados com o armazenamento e as possibilidades de uso futuro.
Conheça também as outras opções de tratamento de infertilidade.
Conheça o médico
Formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), com:
Atuação científica:
Com mais de 15 anos de experiência, destaca-se por sua abordagem humanizada e domínio das técnicas mais modernas de cirurgia minimamente invasiva, sendo referência no cuidado integral da saúde feminina.


Advancing Minimally Invasive Gynecology Worldwide

European Society of Human Reproduction and Embryology


Depoimentos
Fui recebida com muita atenção e profissionalismo, excelente atendimento e um ambiente super agradável a clínica.
Escrevo esse breve relato com profunda gratidão e admiração pelo trabalho do Dr. José Vitor Zanardi. No dia 29/08 fiz a remoção de dois tumores ovarianos (teratomas) e o tratamento da endometriose profunda. Dias antes da cirurgia a equipe me garantiu todo o suporte necessário (aqui deixo meu agradecimento à instrumentadora Dárli, que foi extremamente atenciosa pelo WhatsApp). No dia, momentos antes de entrar na sala de cirurgia, me sentia super ansiosa (e com muito medo - algo humano, natural, mas que deve ser enfrentado visando um bem maior). Estávamos eu e meu esposo aguardando, quando o Dr. José Vitor veio conversar conosco. Ele foi extremamente calmo, gentil, humano. Falou sobre o que seria feito no procedimento, acalmou meu coração e trouxe leveza para aquele momento (que traz consigo certas incertezas). A cirurgia foi impecável! Rápida, sem intercorrências, com o melhor cenário possível! Tive uma excelente recuperação (voltei para casa no mesmo dia, inclusive). Hoje, um mês depois, consigo fazer todas as atividades de antes (porém sem dores). Um dos teratomas era grande, me incomodava. Tive dores provavelmente associadas à endometriose também. Agora me vejo renovada. Uma etapa termina, mas outra começa no meu coração. A mais valiosa: da gratidão! Me sinto grata pelo dom da vida, pelo bem estar físico e pela cura. Finalizo essa singela partilha com meu agradecimento a todos os envolvidos (especialmente ao Dr. José Vitor Zanardi). Que Deus abençoe e retribua com muitas graças todo bem que me fizeram! Vocês têm a valiosa missão de curar não apenas o exterior, mas também o interior daqueles que estão em suas mãos.Um forte abraço de gratidão!Estefani
O Dr. José Vitor é muito atencioso e solícito e as meninas da recepção também são incríveis.

Nota máxima no Google!
Antes da consulta
Conhecer o tratamento ajuda você a se preparar e levar suas dúvidas para a consulta.
A ICSI não é necessária em todos os casos. Na FIV clássica, óvulos e espermatozoides são colocados juntos; na ICSI, um espermatozoide é injetado em cada óvulo maduro. Ela pode ser indicada quando há alterações importantes no sêmen, uso de óvulos descongelados ou falha de fecundação anterior. A escolha considera sua história e a avaliação do laboratório. Você recebe explicações sobre o motivo da indicação e suas limitações, pois a técnica não garante fecundação nem gravidez.
É natural se preocupar com o desconforto. A coleta costuma ser feita com sedação e acompanhamento anestésico para controle da dor. Depois, podem ocorrer cólicas, desconforto pélvico ou pequeno sangramento vaginal. Você recebe orientações sobre jejum, acompanhante, recuperação e medicamentos conforme o caso. Se tiver dor intensa ou crescente, sangramento importante, febre ou falta de ar, entre em contato imediatamente com a equipe para avaliação médica.
A estimulação dos ovários costuma durar de 8 a 14 dias, mas o tempo varia conforme os medicamentos e a resposta do seu corpo. Depois da coleta, seguem as etapas de fecundação e acompanhamento dos embriões no laboratório. A transferência pode ocorrer no mesmo ciclo ou em outro, após congelamento. Exames prévios, tratamento de outras condições ou novas coletas podem ampliar esse prazo. Na consulta, você recebe uma previsão e conversa sobre possíveis ajustes para organizar sua rotina.
As chances variam principalmente com a idade da mulher e a causa da infertilidade. Com óvulos próprios, tendem a diminuir conforme aumenta a idade na coleta, que influencia a qualidade dos óvulos e o risco de alterações cromossômicas nos embriões. Reserva ovariana, sêmen e condições do útero também importam. Na consulta, você pode conversar sobre estimativas para seu caso e entender a diferença entre teste positivo, gravidez clínica e nascimento com vida, além de resultados por ciclo ou por transferência.
Conhecer os riscos faz parte do seu cuidado. A FIV pode causar efeitos dos medicamentos e complicações da coleta, como sangramento e infecção. A síndrome de hiperestímulo ovariano pode aumentar os ovários e causar acúmulo de líquido no abdome; em alguns casos, exige atendimento hospitalar. Transferir mais de um embrião aumenta o risco de gestação múltipla. Também pode ocorrer gravidez ectópica, fora do útero. Você recebe orientações sobre prevenção e sinais de alerta; o acompanhamento busca reduzir os riscos, sem eliminá-los.
Nem sempre é preciso operar. Na endometriose, a decisão considera sua dor, idade, reserva ovariana, cirurgias anteriores e acesso aos ovários para a coleta. A cirurgia de endometrioma, um cisto de endometriose no ovário, não é recomendada de rotina apenas para aumentar as chances da FIV, pois pode reduzir a reserva. Nos miomas, importam a localização e a deformação da cavidade do útero. Você conversa sobre benefícios e riscos de operar, acompanhar ou seguir para reprodução assistida.
A Resolução CFM nº 2.320/2022 permite até 2 embriões para mulheres de até 37 anos e até 3 acima dessa idade. Para embriões euploides, com o número esperado de cromossomos no teste, o limite é 2, independentemente da idade. Com óvulos doados, vale a idade da doadora na coleta. Esses números são limites máximos. A transferência de um embrião costuma ser priorizada para reduzir o risco de gestação múltipla. Antes do procedimento, você conversa sobre a indicação para seu caso e pode esclarecer suas dúvidas.
Os embriões ficam armazenados na clínica para possível uso futuro, conforme o consentimento e a Resolução CFM nº 2.320/2022. Antes da formação dos embriões, os participantes registram por escrito suas decisões sobre o destino em caso de separação, falecimento e eventual doação. A equipe explica essas escolhas e o acompanhamento do armazenamento. Nem todo embrião sobrevive ao descongelamento ou resulta em gravidez. Se você considerar uma nova transferência, o planejamento será revisto com você.
Referências